Douro Internacional
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Desnovela-me com sentimentos de cores
Deslizam sentimentos pelos teus pés nus
Entre linhas de suaves novelos
Que enlaçam a nossa perdição em cruz
Os nossos caminhos - podemos vê-los
As curvas do teu corpo em ebulição
Cores de beijos escamados de lã
Tecendo beijos em amor e sedução
Falas-me doce pela fresca manhã
Vens em leve seda suavemente
Livre entre as costuras que nos escondem a pele
Desnovelas as linhas da novela ardente
Chamas sedentas que ardem em mel
Poema de António Botelho (http://poesiasdeantoniobotelho.blogspot.pt/)
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Videiras, Uvas e Vindimas
As uvas
coloram para uma vindima que se avizinha. Dia após dias, bago a bago, o tom
rubro apodera-se dos cachos aromáticos. Porém há já videiras que oferecem o seu
fruto sumarento e delicioso que faz as regalias da criançada. Videiras livres
de químicos, situadas ao redor dos quintais e em latadas, agraciadas com os
cuidados sazonais da terra, proporcionam sombras frescas sob as suas largas
folhas verdes onde as crianças brincam e soltam os seus risos e voltam para
comer mais um cacho.
É Setembro, é
tempo das videiras, das uvas, das vindimas e do novo vinho…
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Arranca da Batata
Agosto, o mês em que se engana o calor pela manhã, em que se agarra a enxada com fé e se arranca o alimento de muitos dias durante o ano. Em Agosto arrancam-se as batatas.
terça-feira, 11 de junho de 2013
É Uma Adega Portuguesa Com Certeza
A tarde está quente. O abrir da
porta solta a frescura da adega, um odor leve a vinho também. Cascas de queijo
e couratos de presunto sobre a mesa denunciam que ainda há pouco houve vida
aqui dentro. Um copo logo ali ao pé, agarrado pelas mãos firmes de quem
trabalha a vinha, recebe o vinho que a torneira da pipa chora. Abre, jorra,
fecha. O copo está cheio. Destapa-se o queijo, o cheiro convida à prova e o
paladar à bebida. É uma adega à antiga sim senhor, mas o vinho novo merece
todas as mordomias da prova que os vinhos mais caros do mundo. Aliás, merece
mais porque quem o oferece foi quem trabalhou a vinha, quem vindimou as uvas,
quem as pisou. Todos os sentidos são postos à prova quando o copo pousa nos
lábios e o líquido banha a boca. É vinho bom, das vinhas das aldeias
portuguesas, das adegas do nosso Portugal rural.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
domingo, 24 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
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