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sexta-feira, 17 de abril de 2020
domingo, 10 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
INFÂNCIA CLANDESTINA
O cruzar de uma
infância clandestina
De afeto entardecido
e resvalado
Convexo na inocência
serpentina
Oculto por um rosto
abandonado
Pelas ruelas em que
desatina
O sonho de uma
infância decorado
O olhar nulo que
nunca desafina
Um grito num olhar
tão resguardado
O coração nas mãos de
uma criança
Ou na ponta dos pés
em que saltitam
Amor e atenção não
nos facilitam
A aliança de umbigo
só vos lança
O instinto de mãe e
já nada mais
Os pais ausentes bons
serão jamais
Poema de António Botelho: http://poesiasdeantoniobotelho.blogspot.pt/
domingo, 20 de setembro de 2015
Até ao Longínquo...
“Até ao longínquo que os meus
olhos alcançam há sombras que se aproximam de mim. E aqueles que eu deixei para
trás, que sempre partilharam as minhas horas amargas, sentirei a vossa falta
quando partir. (…) E qualquer dia pela névoa do tempo, se me perguntarem se vos
conheci, sorrirei, e direi que eram meus amigos.”
(Lágrima – Canção Académica)
domingo, 9 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Alfama Hoje e Ontem
"Quando era piquena e os navios atracavam cá no Tejo, eu ia para lá dizer: "My father sic, my mother no work, my sister hunger". Eram tempos duros mas as pessoas eram de mais garra."
Sra Ester, Alfama, Lisboa
terça-feira, 14 de abril de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Rugas de Simpatia
"Há um lugar onde se perpetua o tempo e as pessoas, os costumes e os ofícios. (...) uma sociedade que se sustenta e colhe o fruto do trabalho da própria vida."
in "Portugal Aqui Tão Perto - Um Olhar Rural" pg.9
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Mil Histórias de Vida
Não me deixo de surpreender com
os rostos das pessoas. Ao olhar para este retrato dá logo a sensação de uma
pessoa familiar e próxima, de quem se gosta. As marcas vincadas, sinais da
experiência que o muito tempo de vida deixou de herança denunciam trabalho e
uma vida tudo menos fácil. O olhar tão profundo convida a entrar, a perceber, a
entender que testemunharam uma vida de histórias que agora tem para nos contar,
para nos ensinar, para nos ajudar a ser mais e melhores pessoas. Até o chapéu desgastado pelo tempo é parte de si. E toda a sua
expressão no conjunto transmite uma humildade, uma paz, uma ternura que nos impele a querer
conhece-lo. Já há algum tempo que não fazia uma imagem como esta, que num
retrato me toca a alma e me conta mil histórias.
(Vacaria, Penalva do Castelo)
domingo, 24 de março de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
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